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Textos pequenos, sentires infinitos

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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Descompasso

Postado por Rafael às 07:28
Olhe que tolície. Enganar a si mesmo.
Quando desprezo e exatidão!
Embebido em sandície, mera decepção.
Solar enquanto noturno.
Vivo de mentiras, taciturno.
Palavras que findaram.
Melancolia ou Solidão...
Incoerência ou Auto-afirmação.
Janela de mim entre-aberta.
Essência minha des-coberta?
"E esse sangue todo escorrendo pelo chão?"
Não é vida, nem morte.
Corte.
Espera tardia.
Quando irá voltar?
Verdade minha a me apunhalar.
Rimas esparsas, cigarros afastados.
Bocas entumecidas, corpos adulterados?
Sombra, uma só.
Se de duas fora meia.
De uma inteira tal quinhão.
Gozo desgraçado.
Sede de "nós":
Erupção!
Suma, mas volte.
Apareça e não me note.
Tenho todas coisas.
Mas não tenho um coração.
Chamas acinzentadas.
Noites acorrentadas.
Viveremos, assim?
Será isso o que te espera!
Aquele que te venera?
Hera!
Arranque minha vida.
E traga de volta o congelar.
Para uma única só vez...
Acreditar.

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